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Matéria publica na VEJA​ sobre linhas de crédito para as empresas com participação do diretor da Prosphera Educação Corporativa​, Haroldo Eiji Matsumoto​. Confira as dicas para captação de recursos com juros baixos.

Linhas de crédito para empresas

A cada dez brasileiros, três têm uma empresa ou estão envolvidos na criação de um negócio próprio. Ter uma boa ideia, no entanto, não é sinônimo de sucesso no empreendimento. E a falta de capital é uma das principais dificuldades encontradas pelos empreendedores no primeiro ano de atividade.

Para especialistas, ter recursos próprios para abrir e manter a empresa até que ela possa andar com suas próprias pernas é o melhor dos mundos. Mas como nem sempre isso é possível, há no mercado uma série de alternativas de investimentos para garantir a sobrevivência do negócio até que ele comece a deslanchar.

Na linha dos aportes que serão pagos com participação no capital da empresa tem o investimento anjo, normalmente feito por pessoa física com capital próprio em empresas novas com grande potencial de crescimento. A injeção de recursos vem acompanhada de orientações sobre o negócio, mas sem que o investidor tenha papel operacional. Nesta modalidade, o investimento não superar limite de 1 milhão de reais com prazo de até sete anos para o anjo permanecer no negócio.

Pesquisar taxas no mercado é passo importante para definir qual crédito será contratado

O empreendedor pode optar também por empréstimos em instituições financeiras para tirar o projeto do papel. Linhas de crédito com recursos governamentais têm subsídio e, portanto, taxas de juros mais baixas.

“Dificilmente um banco ou instituição de fomento ao empreendedorismo irá conceder crédito para uma pessoa que não tem empresa aberta. As taxas de juros dependem do score da empresa, que é o seu histórico financeiro, se é bom pagador e quais os valores movimentados e as garantias reais (bens ou patrimônio). Quanto mais nova é a empresa e menor seu faturamento, pior e mais difícil é a análise e liberação de crédito”, alerta Haroldo Matsumoto, sócio-diretor da Prosphera Educação Corporativa, consultoria especializada em gestão de negócios.

Entre as opções, ele cita o Banco do Povo Paulista. O investimento fixo corresponde a todos os bens que devem ser adquiridos para que o negócio possa funcionar, como equipamentos, móveis, utensílios e veículos. O crédito pode chegar a até 20 mil reais e o prazo de pagamento em até 36 vezes, com taxa de juros a partir de 0,35% ao mês.

Tem  ainda o Desenvolve SP, que opera linhas do BNDES, entre elas o Inovacred para o financiamento de projetos inovadores para pequenas e médias empresas. O Inovacred atende empresas e outras instituições com faturamento até 90 milhões de reais, divididas por porte e que podem financiar até 10 milhões de reais, com prazo de até 96 meses e juros a partir de 0,54% ao mês.

A matéria, na íntegra, você confere aqui.