Food Service News | Vender ou não?

Compreensão

“Devemos compreender quais são os motivos ou objetivos do empresário que vende sua empresa. Se estiver com problemas que acredita não conseguir resolver, desinteresse ou mudança de segmento, problemas familiares ou de saúde, enfim, o empresário deve fazer uma reflexão se realmente a alternativa é a venda. Se tiver certeza, deve planejar a forma como será a venda para que obtenha o melhor valor possível na negociação”, orienta Haroldo Eiji Matsumoto, sócio-diretor da Prosphera Educação Corporativa, consultoria multidisciplinar especializada em gestão de negócios.

Nesse quesito, valores tangíveis como infraestrutura, equipamentos, dívidas, receita, base de clientes ativos, somados aos valores intangíveis, como valor da marca, potencial de crescimento, cultura organizacional, serão decisivos para obter maior ou menor valor da empresa em questão. A forma de negociação e o contrato de compra e venda serão cruciais para determinar se haverá prejuízo ou não na transação para o vendedor da empresa. Por exemplo, se o comprador adquirir a marca, base de clientes e estrutura, mas não aceitar o passivo trabalhista, há grande chance, nos dois anos seguintes, de o vendedor ser surpreendido por um processo de ex-funcionário da ex-empresa.

“Para quem investe em novas oportunidades, nunca o mercado esteve tão favorável, pois equipamentos de fast food seminovos podem ser adquiridos por valores simbólicos no mercado”, diz Haroldo Eiji Matsumoto, da Prosphera Educação Corporativa.

Para Haroldo Eiji Matsumoto, o empresariado do ramo da alimentação costuma ter a prática de vender/se desfazer de seu negócio. “Como havia comentado, desde a dissolução de uma sociedade que não deu certo até a venda para adquirir/investir em outro negócio. Principalmente com a crise que assolou a maioria das empresas nos últimos três anos, muitos empresários não conseguiram se adaptar ao ambiente de baixa demanda, entrando em prejuízo e preferindo vender a empresa para se livrar do problema. Para quem investe em novas oportunidades, nunca o mercado esteve tão favorável, pois equipamentos de fast food seminovos podem ser adquiridos por valores simbólicos no mercado”.

 

 

 

 

Íntegra

Matéria na íntegra você confere aqui.